delírios em palavras



terça-feira, 25 de maio de 2010

sem lembrar, sem esquecer

Veja o sol dessa manhã tão cinza, os passáros cantam as melodias tristes da vida que se passa. Sinta o ar puro que o vento traz fortemente, me congelando a cada passo de distância. Escrevo e apago, desenho e risco. As horas passam, parando de segundo em segundo. Durmo para não lembrar, sonho para não esquecer. A vontade traz a lembrança, que lembra o silêncio, que substitui tudo o que considerava eterno.

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